09 - SETEMBROAUDITORIACURSOS 2020EAD-TELE PRESENCIAL

AUDITORIA TEORIA E PRÁTICA SETOR PÚBLICO

EAD TELE PRESENCIAL MODALIDADE ABERTO

Data: 08 a 11 de setembro de 2020

REALIZAÇÃO

Conteúdo Programático do Curso: Auditoria – Teoria e Prática

  1. FUNDAMENTOS DA AUDITORIA GOVERNAMENTAL

1.1. Accountability Pública

1.2. Conceito de accountability pública segundo as Normas Internacionais de Auditoria Governamental da INTOSAI e as Normas de Auditoria do TCU (NAT).

1.3. Estrutura das relações de accountability nos setores público e privado.

1.2. O Princípio de Accountability na Constituição Federal de 1988.

1.3. Conceito e papel da auditoria no contexto das relações de accountability.

1.3.1. Razão do princípio da independência em auditoria.

1.3.2. Vinculação e reporte da auditoria à direção superior/dirigente máximo. Por quê?

1.3.3. O Acórdão TCU 1074/2009 – as recomendações e seus fundamentos.

 

1.2. Controle, Fiscalização e Auditoria

1.2.1. Diferenciação dos conceitos de controle, fiscalização e auditoria.

1.2.2. Estruturação e instrumentos do controle na Constituição Federal de 1988.

1.2.3. Vertentes da auditoria da gestão pública, suas finalidades e seus critérios.

1.2.4. Controle Interno x Auditoria Interna.

1.2.4.1. Diferenciação.

1.2.4.2. Papéis e responsabilidades.

1.2.4.3. Origem, evolução e incorporação dos conceitos na legislação brasileira.

 

1.3. Normas de Auditoria

1.3.1. Fontes de normas de auditoria.

1.3.2. Classificação das normas de auditoria.

1.3.3. Normas relativas à pessoa do auditor.

1.3.4. Normas relativas ao processo de auditoria, incluindo as Normas técnicas de auditoria, inspeção administrativa e fiscalização do CNJ (Resolução CNJ 171/2013).

1.3.4.1. Normas relativas ao planejamento.

1.3.4.2. Normas relativas à execução.

1.3.4.3. Normas relativas à comunicação de resultados (relatório).

 

  1. O PROCESSO DE AUDITORIA

2.1. O conceito de auditoria como processo e suas definições estruturantes.

2.2. O processo de auditoria, seus elementos, suas fases, etapas e atividades.

2.3. Métodos, procedimentos e técnicas aplicados ao processo de auditoria.

2.4. A natureza amostral da auditoria e testes de auditoria (de controle e substantivos).

2.5. Fase do Planejamento – matriz do planejamento.

2.6. Fase de Execução – matriz de achados.

 

2.5. Fase Planejamento

2.5.1. Visão geral do objeto – coleta e análise de informações preliminares.

2.5.2. Revisão de objetivos, riscos e controles internos.

2.5.3. Elaboração do Programa de Auditoria.

2.5.3.1. Entender e desdobrar o objetivo da auditoria (questão fundamental) em questões de auditoria (objetivos parciais ou específicos).

2.5.3.2. Definir, as informações necessárias e suas fontes, bem como as técnicas e os procedimentos de auditoria necessários para obter, tratar e analisar as informações por meio de testes de auditoria.

2.5.3.3. Elaboração de instrumentos de coleta de dados/informações e papéis de trabalho a serem complementados na fase de execução.

2.5.3.4. Elencar os possíveis achados a que os procedimentos de auditoria desenvolvidos poderão levar e as propostas de encaminhamento respectivas.

2.5.4. Plano de trabalho ou projeto da auditoria/Revisão e homologação do planejamento pelo supervisor da auditoria.

 

2.6. Fase de execução

2.6.1. Reunião de abertura (o que abordar).

2.6.2. Comunicação com o auditado e o supervisor durante os trabalhos de campo.

2.6.3. Execução do plano de trabalho da auditoria/aplicação dos procedimentos.

2.6.4. Desenvolvimento dos elementos dos achados– impropriedades e irregularidades.

2.6.5. Obtenção e documentação das evidências (atributos).

2.6.6. Reunião de encerramento (o que abordar).

 

2.7. Fase de comunicação de resultados (relatório)

2.7.1. Requisitos gerais e requisitos de qualidade dos relatórios de auditoria.

2.7.2. Estrutura e conteúdo das seções do relatório de auditoria.

2.7.3. Processo de elaboração do relatório.

2.7.3.1. Revisão dos papéis de trabalho.

2.7.3.2. Discussão/revisão dos achados com o supervisor.

2.7.3.3. Elaboração e revisão do relatório preliminar.

2.7.3.4. Obtenção e incorporação de comentários de gestores.

2.7.4. Apresentação dos achados / Estrutura de descrição dos achados.

2.7.4.2. Esclarecimentos de responsáveis.

2.7.5. Endereçamento das propostas/Distribuição do relatório.

 

AUDITORIA INTERNA SEGUNDO AS MELHORES PRÁTICAS INTERNACIONAIS

 

  1. Introdução ao IPPF

1.1. Definição de Auditoria Interna

1.2. Elementos do IPPF – Estrutura Internacional de Práticas Profissionais

 

  1. Atributos de uma auditoria interna efetiva

2.1. Propósito, Autoridade e Responsabilidade.

2.2. Independência e Objetividade (IPPF e a INTOSAI GOV 9140)

2.3. Proficiência e Zelo Profissional Devido

2.4. Programa de Garantia de Qualidade e Melhoria

2.4.1. Meta 16 de 2013 CNJ – P16.12 – A unidade de controle interno mantém programa de monitoramento da qualidade do trabalho de auditoria interna?

 

  1. Padrões de desempenho de uma auditoria interna efetiva

3.1. Gerenciamento da Atividade de Auditoria Interna

3.2. Natureza do Trabalho

3.2.1. Governança

3.2.2. Gerenciamento de Riscos

3.2.3. Controle

3.3. Planejamento do Trabalho de Auditoria alinhado ao Planejamento Estratégico

3.4. Execução do Trabalho de Auditoria

3.5. Comunicação dos Resultados e Monitoramento – detalhamento

 

GERENCIAMENTO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS

  1. Abordagem da Auditoria Interna Baseada em Riscos

4.1. Normas do IIA.

4.2. Normas do TCU para os Relatórios de Gestão e de Auditoria de Gestão.

4.3. Papel da auditoria em face da maturidade da gestão de riscos da organização.

4.4. Modelos de avaliação de maturidade da gestão de riscos.

4.5. Planejamento da atividade de auditoria com base em riscos.

  1. Controle Interno

5.1. Conceitos básicos e classificação de controles internos.

5.2. Papéis e responsabilidades de gestores e auditores.

5.3. Modelos de referência para controles internos.

5.3.1. Modelos COSO I e II

5.3.2. Normas INTOSAI GOV 9100, 9120 e 9130

5.4. Elementos de um sistema de controle interno eficaz

5.4.1. Objetivos

5.4.2. Objetos (aplicação em toda a estrutura organizacional)

5.4.3. Componentes e princípios do controle interno segundo o COSO 2013

5.5. Meta 16 de 2013 CNJ – P16.14 – Avaliação de Controles Internos – Nos últimos 12 meses foi realizada auditoria de avaliação de controles internos visando aferir a adequação dos controles internos administrativos no enfrentamento de riscos? e P16.17 – A Estrutura de Controle Interno promove avaliação/diagnóstico  – Parecer CNJ 02/2014, alíneas J e K do item I.

 

INSTRUTORES

HORÁCIO SABÓIA VIEIRA

Auditor Federal de Controle Externo do TCU

Curriculum Vitae

CARLOS ALBERTO SAMPAIO DE FREITAS

FORMAÇÃO ACADÊMICA

 

 

Mestre em Administração – Universidade de Brasília,

Especialização em Avaliação de Políticas Públicas – Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1998

Especialização em Estudos de Política e Estratégia – Universidade de Brasília, 1998

Executive Development Program in Performance Management – Virginia Polytechnic Institute and State University e Fundação Getúlio Vargas , Washington, 1996.

Bacharel em Ciências Náuticas – Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante, Rio de Janeiro/1989 (Ver Histórico Escolar)

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

 

 

 

Tribunal de Contas da União – TCU

Coordenador-Geral de Fiscalização da Área Social e Região Nordeste – 2013 a 2014

Secretário de Fiscalização e Avaliação de Programas de Governo – 2009 a 2012

Executive-Chair of the Performance Audit Subcommitte – PAS – International Organization of Supreme Audit Institutions – Intosai – 2009 a 2012

Diretor-Técnico de Metodologia de Fiscalização – 2005 a 2008

Secretário-Adjunto de Fiscalização – Substituto – agosto/2001 a junho/2002

Assessor de Ministro – 1999 a 2004

Oficial de Gabinete – 1996 a 1999

Auditor Federal de Controle Externo, desde 1994

Secretaria do Tesouro Nacional – STN

Analista de Finanças e Controle do Departamento do Tesouro Nacional – 1992 a 1994

 

EXPERIÊNCIA DOCENTE Professor do curso de Introdução à Gestão de Riscos (20 h/a) – Associação Brasileira de Orçamento Público (Abop) –2013

Professor do curso de Relacionamento com o auditado e postura profissional (4 h/a) – Instituto Serzedello Corrêa/Tribunal de Contas da União – 2012

Professor do curso de Auditoria Governamental (40 h/a) – Associação Brasileira de Orçamento Público (Abop) – 2011, 2012 e 2013

Professor da disciplina Gestão Estratégica do Setor Público (24 h/a) do Curso de Especialização em Orçamento Público – Instituto Serzedello Corrêa – ISC/Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento (Cefor) da Câmara dos Deputados e Universidade do Legislativo Brasileiro (Unilegis) – 2011

Professor da disciplina Processo de Auditoria II (40 h/a) do Curso de Especialização em Auditoria e Controle Governamental – Instituto Serzedello Corrêa/Tribunal de Contas da União – 2011

Tutor dos 4 módulos do Curso (à distância) de Auditoria Governamental (80 h/a) – Instituto Serzedello Corrêa/Tribunal de Contas da União – 2011

Professor do curso de Metodologia e Planejamento de Auditoria de Risco (40 h/a) – Associação Brasileira de Orçamento Público (Abop) – 2010, 2011, 2012 e 2013

Professor -autor do Módulo de Planejamento de Auditoria (20 h/a) do Curso (à distância) de Auditoria Governamental – Instituto Serzedello Corrêa/Tribunal de Contas da União – 2010

Professor da disciplina Acompanhamento e Avaliação de Programas Públicos (36 h/a) do MBA em Planejamento, Orçamento e Gestão Pública da Fundação Getúlio Vargas (FGV) – 2009, 2010 e 2011

Professor da disciplina de Fiscalização e Controle I (40 h/a) do Curso de Especialização em Orçamento Público (2ª Ed) Instituto Serzedello Corrêa/Tribunal de Contas da União – 2009

Professor da disciplina Ciclo de Auditoria (40 h/a) do Curso de Pós-Graduação em Auditoria Interna e Controle Governamental – Instituto Serzedello Corrêa/Tribunal de Contas da União – 2008

Professor do Curso de Auditoria Governamental para a Comunidade de Países de Língua Portuguesa CPLP (49 h/a) – 2008

Professor colaborador do Departamento de Administração da UNB, disciplinas de Teoria e Análise Organizacional  e Teoria do Planejamento – 2008/2009

Professor da disciplina de Normas de Auditoria Governamental (12 h/a) no MBA em Auditoria da Fundação Getúlio Vargas (FGV) – 2007

Professor da disciplina Práticas para o Exercício da Atividade de Auditoria Interna (12 h/a) do MBA em Auditoria Interna – Ênfase em Auditoria de Desempenho e Avaliação de Programas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) – 2006

Professor da disciplina de Introdução à Fiscalização para o Programa de Formação do Tribunal de Contas da União – Instituto Serzedello Corrêa – 2006 a 2009

Professor do curso Uso de Matrizes em Auditoria – Instituto Serzedello Corrêa/Tribunal de Contas da União (15h) – 2005

Professor do curso de Teoria e Normas de Auditoria – Instituto Serzedello Corrêa/Tribunal de Contas da União (12h) – 2004

Professor convidado da disciplina Visão e Raciocínio Estratégico (24 h/a) no curso de especialização em Gestão Estratégica do Setor Público – ICAT/Centro Universitário do DF – UniDF – 2004

Professor convidado da disciplina “Planejamento Estratégico” no curso de Especialização em Gestão Pública da Universidade Cândido Mendes e Centro de Estudos Superiores de Maceió (24 h/a) – 2002

Professor convidado das disciplinas de auditoria de gestão e auditoria de desempenho no curso de especialização Master on Public Administration em Controle Externo da Fundação Getúlio Vargas – FGV (36 h/a) – 2001 a 2003

Professor do curso de extensão Teoria da Auditoria –  Instituto Serzedello Corrêa/Tribunal de Contas da União (20 h/a) – 2001-2002

 

TEXTOS PUBLICADOS  

FREITAS, Carlos Alberto Sampaio de; GUIMARÃES, Tomas de Aquino. Isomorphism, Institutionalization and Legitimacy: Operational Auditing at the Court of Auditors. Brazilian Administration Review. Curitiba, ANPAD, v. 4, n. 1, art. 3, p. 35-50,. BAR. Brazilian Administration Review, v. 4, p. 35-50, 2007.

 

FREITAS, Carlos Alberto Sampaio de2007FREITAS, Carlos Alberto Sampaio de; GUIMARÃES, Tomas de Aquino. Isomorphism, Institutionalization and Legitimacy: Operational Auditing at the Court of Auditors. RAC. Revista de Administração Contemporânea, v. 11, p. 153-175, 2007.

 

FREITAS, Carlos Alberto Sampaio de; GUIMARÃES, Tomas de Aquino. Isomorfismo, Institucionalização e Legitimidade: a Atividade de Auditoria Operacional no Tribunal de Contas da União. In: Enampad, Brasília, 2005.

 

FREITAS, Carlos Alberto Sampaio de; GUIMARÃES, Tomas de Aquino. Organização de Aprendizagem no Setor Público: o caso do Tribunal de Contas da Uniao. In: ENAMPAD, Curitiba, 2004.

 

FREITAS, Carlos Alberto Sampaio de. Avaliação de programas públicos no Brasil: o papel do Tribunal de Contas da União. Prêmio Serzedello Corrêa 2003: monografias vencedoras, 2003.

 

FREITAS, Carlos Alberto Sampaio de; GUIMARÃES, Tomas de Aquino. Estratégias de Auditoria de Desempenho governamental: proposta de um modelo analítico. In: I Encontro de Estudos em Estratégia, Curitiba, 2003.

 

FREITAS, Carlos Alberto Sampaio de Auditoria de. Gestão e Estratégia no Setor Público. Revista do Serviço Público (Brasília), Brasília, v. 52, n.4, p. 57-70, 2001.

 

FREITAS, Carlos Alberto Sampaio de Auditoria de. Resenha de: Pollit, et.al. Performance or Compliance? Performance audit and public management in five countries. Oxford University Press, 1999. Revista de Administração Pública. Rio de Janeiro, FGV, v. 35 n 4, p. 127-129, jul/ago, 2001.

 

FREITAS, Carlos Alberto Sampaio de. “Performance Audit: uma proposta de definição”. Revista do Tribunal de Contas da União. Brasília, TCU, v. 32, n.90, p.13-21, out-dez, 2001

 

FREITAS, Carlos Alberto Sampaio de. A implementação do Government Performance and Results Act na Administração Pública dos EUA. Revista do Serviço Público (Brasília), Brasília, v. 50, n.3, p. 93-122, 1999.

 

ROCHA, Carlos Alexandre Amorim; FREITAS, Carlos Alberto S. de. “Princípios & Práticas da Qualidade no Serviço Público”. Revista do TCU: edição especial com as monografias vencedoras do Prêmio Serzedello Corrêa de 1997. Brasília: TCU, p. 79-127, 1998.

 

 

INVESTIMENTO

Valor do Curso: R$ 980,00 ( novecentos e oitenta reais). Por participante em EAD Tele Presencial

Duração: 15 (quinze ) horas/aula.

Data de Realização:  08 a 11 de setembro de 2020

Local de realização: De Brasília para as plataformas dos participantes

Horário: 8.30 às 12.30 horas e no último dia 8.30 às 11.30 horas

Incluso: Material de apoio disponibilizado na plataforma.

 

DADOS DA INSTITUIÇÃO

Razão Social: INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO, ESTUDO E PESQUISA EM CIÊNCIAS SOCIAIS LTDA., com sede no SCS Quadra 02, Bloco “C”, Sala 108, Ed. Serra Dourada, CEP: 70.317-900, Brasília – DF, CNPJ nº 26.997.528/0001-70 e Inscrição no CF/DF número 07.377.022/001-60, cadastrada no SICAF.  Outras informações sobre o Curso poderão ser obtidas através do Fone/Fax (0xx61) 3964-3616, e pelo e-mail engoverno@gmail.com — ESCOLA NACIONAL DE GOVERNO – www.engovernobrasil.com.br — Crédito em Conta Corrente – Banco do Brasil S.A. – C/C Nº 430.369-5 – Ag. 1003-0 ou Nota de Empenho.

 

Fundamentação para Contratação do Curso:

Encaminhamos a fundamentação para a contratação dos nossos serviços sem a necessidade de licitação, segundo a Secretaria Federal de Controle: Para se contratar a Escola Nacional de Governo não há a limitação dos R$ 16 mil, relativamente à dispensa de pequeno vulto relacionada no inciso II, art. 24 da Lei nº. 8.666/93; O Egrégio Tribunal de Contas da União entendeu que a inexigibilidade de licitação para a contratação de treinamento e aperfeiçoamento de pessoal é a regra geral, conforme Decisão/TCU/nº 439/98, in DOU de 31/07/1998 (disponível em http//www.tcu.gov.br; na parte de jurisprudência). A contratação se dá pelo art. 25 daquela Lei, independentemente do preço (que pode, inclusive, ultrapassar os R$ 8 mil (oito mil reais).

 

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