AUDITORIACURSOS 2020DESTAQUESEAD-TELE PRESENCIAL

EAD TELE PRESENCIAL – AUDITORIA BASEADA NA AVALIAÇÃO  DE RISCOS

 

Ênfase: Resposta ao Risco em Auditoria

CARTA PROPOSTA EM EAD TELE PRESENCIAL

REALIZAÇÃO

Conteúdo Programático

Objetivo geral

Desenvolver ou aprimorar competências dos auditores para realizar auditorias utilizando a abordagem baseada em risco na definição do escopo e da natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria para reduzir o risco de chegar a conclusões de auditoria inadequadas e fornecer um relatório de asseguração inapropriado.

Objetivos e conteúdo específicos

Parte 1 – Abordagem baseada em risco em auditoria

Reconhecer o propósito e os conceitos básicos da abordagem de auditoria baseada em risco.

  • 1. Mas afinal, o que é um risco?
  • 2. Riscos acompanham objetivos, então é uma abordagem baseada em objetivos!
  • 3. E os controles, o que são?
  • 4. Categorias e classificações de controles
  • 5. Tipos de avaliação de controles internos e aspectos a considerar na avaliação
  • 6. O que é risco em auditoria?
  • 7. Normas relacionadas ao risco em auditoria
  • 8. Propósito da avaliação de riscos em auditorias
  • 9. Maturidade da gestão de riscos da organização e abordagens da auditoria
  • 10. Convenções e conceitos chaves utilizados no curso

Parte 2 – O processo de auditoria baseado em risco

Descrever o processo de auditoria baseado em risco e aplicação do modelo de risco de auditoria.

  • 1. Visão geral do processo de auditoria baseado em risco
  • 2. Modelo de risco de auditoria
  • 3. Componentes do risco de auditoria
  • 4. Riscos da gestão e riscos que o auditor controla em uma auditoria
  • 5. Aplicação do modelo de risco de auditoria
  • 6. Ferramentas para análise e determinação dos níveis de risco
  • 6.1. Escalas de probabilidade e impacto
  • 6.2. Matrizes de risco

Parte 3 – Processo de avaliação de riscos no nível geral

Realizar procedimentos para obter entendimento da entidade, do seu ambiente e controle interno.

  • 1. Abordagem top-down para identificação de riscos e controles internos
  • 2. Procedimentos de avaliação de riscos para entendimento do objeto e do seu ambiente, inclusive do sistema controle interno
  • 3. Um método para obter entendimento do objeto
  • 4. Uma técnica para obter entendimento do ambiente (SWOT e DVR)
  • 5. O que é preciso entender do sistema de controle interno – o modelo COSO
  • 6. Métodos e técnicas para obter entendimento e avaliar o sistema de controle interno

Parte 4 – Processo de avaliação de riscos no nível de atividades

Elaborar Matriz de Avaliação de Riscos para avaliar riscos e controles internos identificados e apoiar a tomada de decisões sobre o escopo de auditoria e a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria, com base em caso de estudo.

  • 1. Visão Geral – Estrutura e componentes da Matriz de Avaliação de Riscos (MAR)
  • 2 – Processo de avaliação de riscos no nível específico das atividades
  • 2.1. Identificação e avaliação dos objetivos do objeto
  • 2.2. Mapeamento do processo e documentação do entendimento
  • 2.3. Identificação dos riscos inerentes (RI)
  • 2.4. Análise e avaliação dos riscos inerentes significativos
  • 2.5. Identificação e associação de controles aos riscos inerentes
  • 2.6. Avaliação dos controles e determinação do risco de controle (RC)
  • 2.7. Cálculo dos riscos residuais (RR) ou de distorção relevante (RDR)
  • 2.8. Discussão da MAR elaborada com o supervisor da auditoria
  • 3. Determinação das respostas do auditor aos riscos avaliados
  • 3.1. Quando programar testes de controle e em que extensão
  • 3.2. Quando programar testes substantivos e em que extensão
  • 3.3. Formulação de objetivos e elaboração do programa de auditoria
  • 3.4. Obtenção, análise e avaliação de evidências de auditoria
  • 4. Elaboração do relatório de auditoria
  • 4.1. Formulação de recomendações ou planos de ação
  • 4.2. Apresentação do trabalho – mapa de riscos – Sumário Executivo

Parte 5 – Auto avaliação de riscos e controles/Risk and Control Self-Assessment (RCSA)

Identificar os formatos de RCSA, as oportunidades e vantagens de sua facilitação pela auditoria interna e do uso dos seus resultados no processo de auditoria.

  • 1. Conceito de RCSA
  • 2. Características, formatos e benefícios da RCSA
  • 3. Diferença entre a RCSA e as abordagens da auditoria interna
  • 4. Papel facilitador da auditoria interna na RCSA e suas vantagens
  • 5. Como os resultados da RCSA se encaixa no processo de auditoria
  • 6. Habilidades e ferramentas básicas para a condução de sessões de RCSA
  • 7. O Processo de realização de RCSA e os papéis de trabalho aplicáveis

DOCENTE

Horacio Sabóia Vieira –

Auditor Federal de Controle Externo do TCU

 

INVESTIMENTO

Valor do Curso:  R$ 20.980,00 (vinte  mil novecentos e oitenta reais) POR TURMA TELEPRESENCIAL – EAD

Incluso: Material de apoio, apostilas, doutrina, legislação QUE SERÃO DISPONIBILIZADOS NA PLATAFORMA PELO MESTRE

Horário: 8.30 horas às 12.30 horas TELE PRESENCIAL

Duração: 20 horas/aula.

Data de Realização:  a ser definida

Local de realização:  De Brasília para as dependências do contratante em EAD TELEPRESENCIAL

 

 

DADOS DA INSTITUIÇÃO

Razão Social: INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO, ESTUDO E PESQUISA EM CIÊNCIAS SOCIAIS LTDA., com sede no SCS Quadra 02, Bloco “C”, Sala 108, Ed. Serra Dourada, CEP: 70.317-900, Brasília – DF, CNPJ nº 26.997.528/0001-70 e Inscrição no CF/DF número 07.377.022/001-60, cadastrada no SICAF.  Outras informações sobre o Curso poderão ser obtidas através do Fone/Fax (0xx61) 3964-3616, e pelo e-mail engoverno@gmail.com — ESCOLA NACIONAL DE GOVERNO – www.engovernobrasil.com.br — Crédito em Conta Corrente – Banco do Brasil S.A. – C/C Nº 430.369-5 – Ag. 1003-0 ou Nota de Empenho.

Fundamentação para Contratação do Curso:

Encaminhamos a fundamentação para a contratação dos nossos serviços sem a necessidade de licitação, segundo a Secretaria Federal de Controle: Para se contratar a Escola Nacional de Governo não há a limitação dos R$ 16 mil, relativamente à dispensa de pequeno vulto relacionada no inciso II, art. 24 da Lei nº. 8.666/93; O Egrégio Tribunal de Contas da União entendeu que a inexigibilidade de licitação para a contratação de treinamento e aperfeiçoamento de pessoal é a regra geral, conforme Decisão/TCU/nº 439/98, in DOU de 31/07/1998 (disponível em http//www.tcu.gov.br; na parte de jurisprudência). A contratação se dá pelo art. 25 daquela Lei, independentemente do preço (que pode, inclusive, ultrapassar os R$ 8 mil (oito mil reais).

 

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